O feedback nas tarefas do Teams

O feedback é uma das formas de informar os alunos sobre o seu desempenho. Ao contrário de ser apresentada uma nota meramente quantitativa, que indica apenas um nível, o feedback pode ajudar o aluno a melhorar o seu desempenho após a conclusão de uma tarefa, por exemplo.

O Teams tem algo muito interessante e bastante prático quando avaliamos tarefas. Podemos dar um feedback numa tarefa a partir de um conjunto de critérios de avaliação que se avaliam por níveis de desempenho.

A meu ver o objetivo é sempre promover o sucesso e não dizer “sabes” ou “não sabes” num determinado momento. Discutível? Talvez, mas o objetivo é contribuir para uma mudança… e não discutir por simplesmente discutir 😉

Veja o tutorial aqui a partir de um exemplo prático. O objetivo é avaliar uma construção de um gráfico de barras de acordo com um conjunto de critérios e respetivos níveis de desempenho.

Conheça outras partilhas de ideias e tutoriais no eLearning – Apoio no Facebook.

Questionários on-line – Forms

O Forms é uma aplicação que permite criar questionários on-line para validar conhecimentos dos alunos. Esta aplicação está disponível para o Office365 e para qualquer utilizador do serviço de email do Hotmail.

Que tipo de questões posso criar no Forms do Office365?
Podemos construir questões do tipo:

  • escolha múltipla / caixa pendente;
  • resposta aberta curta;
  • resposta aberta longa;
  • ordenação;
  • Likert (tabela de dupla entrada);
  • carregamento de ficheiros;
  • classificação / sentimentos;
  • data.

Para além do tipo de questões apresentadas, o Forms permite dar um feedback ao aluno sobre as suas respostas. Esse feedback pode ser feito de forma automática nas questões de escolha múltipla / caixa pendente e de ordenação. Nas restantes questões, de resposta curta ou longa, de Likert e carregamentos de ficheiros, implica uma correção individualizada por aluno.

continuar a ler

Depois do coronavírus, a escola nunca mais vai ser a mesma – Entrevista

Uma breve opinião de vários professores sobre a revolução que está a acontecer no ensino. Vítor Bastos, Paula Vaz e José Carlos Marques (ler a notícia completa aqui)

“O e-learning não é fazer fichas

José Marques tem 41 anos, é professor de Matemática há 15, e usa a tecnologia desde sempre. Esteve os últimos quatro anos nos Pupilos do Exército a criar um projeto de ensino tecnológico da Matemática e está agora a fazer o mesmo no Agrupamento Pedro Jaques de Magalhães em Alverca, só com turmas de 5.º ano.

Na escola pública onde trabalha, é preciso ter a sorte de aceder a uma das duas salas de informática equipadas com computadores para poder recorrer ao ensino digital. E isso nem sempre é fácil, porque muitas vezes estão ocupadas com aulas de Tecnologias da Informação ou são requisitadas por professores. Mas José Marques tem conseguido pôr os alunos a aprender Matemática com um bloco de notas #OneNote, com o qual fazem de forma autónoma sequências de tarefas, que depois podem complementar ou rever em casa. Está, como o próprio diz, “a lançar a semente” do uso de tecnologia em sala de aula.

Não se pense que tudo o que faz envolve computadores. Os exercícios que leva para a sala de aula incluem tampas de garrafas e torres de esparguete. “Alunos motivados é meio caminho andado”.

Parece estar a ter bons resultados. “Consegui fazer com que Matemática fosse a disciplina favorita dos miúdos e tenho feedback positivo de alguns encarregados de educação. Ainda ontem recebi o mail de uma encarregada de educação que diz ver no filho uma maneira diferente de trabalhar e me queria agradecer por isso”, conta à SÁBADO.

Com esta experiência, José Marques não se assustou quando soube que a covid-19 ia obrigar a ensinar à distância. Mais: o professor quer “que não se perca” a verdadeira revolução que esta pandemia está a trazer às escolas. “Isto pode ser o primeiro passo para uma mudança de pensamento”, nota o docente que tem visto no grupo de apoio no Facebook “muitos professores a investir tempo, muita gente a querer aprender” a usar ferramentas de ensino digital.

Com um mestrado em e-learning, José Marques avisa, no entanto, que boa vontade não chega. “Muitos professores estão a mandar muitas fichas. O e-learning não é fazer fichas. Fazer fichas não é estimulante. Tem de ser um trabalho diferente e falta formação aos professores”. 

Também falta tecnologia às escolas públicas, mas José Marques está a tentar dar a volta a isso, com a candidatura de um aluno ao orçamento participativo jovem para comprar tabletes para todos, num esforço que pretende também reduzir o peso das mochilas que todos carregam para a escola. E confessa estar “à procura de parceiros”  em empresas para tornar realidade estas ideias.

Esta semana, tem acompanhado os alunos à distância. “Eles têm tarefas para fazer, respondem a formulário e têm uma correção automática com explicação para erro. Outros exercícios corrijo eu porque são de desenvolvimento”. Num dos trabalhos, teve  70% de alunos a responder. Num meio que caracteriza como “de classe média”, diz que terá cinco casos sem internet em 60 alunos.

Na semana que agora começa o desafio vai ser dar formação à distância aos colegas para garantir que as reuniões de avaliação do segundo período, que estão quase a começar, se fazem por videoconferência. “Vamos usar o Microsoft Teams e podemos fazer as reuniões com um telemóvel, um computador ou tablete. É preciso é que tenha microfone”, afirma.

Ler a notícia na íntegra aqui.


Conseguiram chegar aqui? Como está a decorrer na vossa escola? Com cada um de vós? Fica o meu pedido para partilharem a vossa experiência.

Matemática Al Dente III

Poderemos dar sabor à matemática?

O que terão o esparguete e o marshmallow de importante que nos possam ajudar a aprender?


Pelo terceiro ano os alunos de matemática do 2º ciclo têm de resolver um problema. Em equipas, os alunos têm de tentar descobrir como construir a ponte mais comprida que suporte um marshmallow no centro e a torre mais alta que aguente um marshmallow no topo.
Aparentemente é fácil, mas este ano o desafio foi ainda maior. Para além de tentarem fazer a ponte mais comprida, teria de ser a mais criativa. A grande maioria dos trabalhos cumpriu com os objetivos e o trabalho em equipa, tanto dos alunos do 5º ano, como de 6º ano foram surpreendentes.
Para além de ser o pontapé de partida, no primeiro dia de aulas do segundo período e depois de umas férias de natal merecidas, os alunos descobriram a utilidade da matemática neste projeto. Desde a base das torres de esparguete serem pirâmides triangulares, ou quadrangulares, até á planificação e construção de cubos de suporte às torres das diferentes pontes podemos observar algumas das aplicações da matemática na construção de estruturas reais.
Estes são alguns exemplos dos projetos elaborados.

 

Hour of Code no IPE

Decorreu entre 4 e 10 de dezembro mais uma semana mundial Hour of Code. Mais de 60 alunos do IPE tiveram a oportunidade de participar neste evento mundial onde participaram mais de 500 escolas portuguesas.
O mundo, em constante evolução, traz cada vez mais e maiores desafios aos alunos de hoje e profissionais no futuro. A escola, enquanto peça chave na formação dos alunos, deve estimular diversas valências e competências. Para além do conhecimento, a resolução de desafios, problemas e facilidade de adaptação ao mundo em constante transformação é essencial.
Ao entrar na aventura da programação com o Minecraft Journey, deu-se um ponto de partida a um trabalho que os alunos e pais, podem passar o seu tempo de forma divertida e na companhia de outros, ligando o lazer à aprendizagem.
Bem-vindo ao mundo da programação!

Competências Matemáticas – Matemática Al Dente

Após um período de algum descanso o início das aulas é sempre um desafio.

Sendo assim o primeiro dia de aulas acaba por não ser fácil, voltar a trabalhar e estudar, o querer contar as novidades das férias, os presentes recebidos. Factos normais que também ocorrem com os adultos.

Na tentativa de ultrapassar esta situação, achei pertinente desafiar os meus alunos a realizarem uma tarefa de grupo diferente do habitual.

Conheça os desafios:

5º ano
Materiais:
– Esparguete (25)
– Marshmallow
– Fio
– Fita cola
Objetivo: Para os alunos do 5º ano, as equipas formadas teriam de construir a torre mais alta feita em esparguete que suportasse o peso de um Marshmallow no topo.

6º ano
Materiais:
– Esparguete (30)
– Marshmallow
– Fio
– Fita cola
Objetivo: Para os alunos do 6º ano, as equipas teriam de construir  a ponte suspensa mais comprida que suportasse um Marshmallow no centro. Foi p