Desafios para as aulas à distância

Foi pedido a milhares de professores que durante um fim-de-semana preparassem algo que muitos não estavam habituados. Usar tecnologias e ainda por cima à distância. Os professores estão de parabéns, pelo seu esforço e pela tentativa que tiveram em ajudar os seus alunos.
Mas houve consequências: pais assustados, fichamentos e a preocupação por quem não tem acesso às tecnologias. Partilho convosco uma das tarefas solicitadas aos meus alunos. #Matemática 5ºano – #Geometria.

Partilho aqui convosco uma estrutura de trabalho que incluiu o #OneNote, #Geogebra, #Stream e #Forms (clique sobre cada um deles para saber mais).

A atividade começa com um desafio: Aprender a trabalhar com o Geogebra. Para isso produzi três vídeos com procedimentos base sobre a utilização do Geogebra.

1º Vídeo – como desenhar retas, semirretas e segmentos de reta.

2º Vídeo – como desenhar retas paralelas e perpendiculares

Continuar a ler

Depois do coronavírus, a escola nunca mais vai ser a mesma – Entrevista

Uma breve opinião de vários professores sobre a revolução que está a acontecer no ensino. Vítor Bastos, Paula Vaz e José Carlos Marques (ler a notícia completa aqui)

“O e-learning não é fazer fichas

José Marques tem 41 anos, é professor de Matemática há 15, e usa a tecnologia desde sempre. Esteve os últimos quatro anos nos Pupilos do Exército a criar um projeto de ensino tecnológico da Matemática e está agora a fazer o mesmo no Agrupamento Pedro Jaques de Magalhães em Alverca, só com turmas de 5.º ano.

Na escola pública onde trabalha, é preciso ter a sorte de aceder a uma das duas salas de informática equipadas com computadores para poder recorrer ao ensino digital. E isso nem sempre é fácil, porque muitas vezes estão ocupadas com aulas de Tecnologias da Informação ou são requisitadas por professores. Mas José Marques tem conseguido pôr os alunos a aprender Matemática com um bloco de notas #OneNote, com o qual fazem de forma autónoma sequências de tarefas, que depois podem complementar ou rever em casa. Está, como o próprio diz, “a lançar a semente” do uso de tecnologia em sala de aula.

Não se pense que tudo o que faz envolve computadores. Os exercícios que leva para a sala de aula incluem tampas de garrafas e torres de esparguete. “Alunos motivados é meio caminho andado”.

Parece estar a ter bons resultados. “Consegui fazer com que Matemática fosse a disciplina favorita dos miúdos e tenho feedback positivo de alguns encarregados de educação. Ainda ontem recebi o mail de uma encarregada de educação que diz ver no filho uma maneira diferente de trabalhar e me queria agradecer por isso”, conta à SÁBADO.

Com esta experiência, José Marques não se assustou quando soube que a covid-19 ia obrigar a ensinar à distância. Mais: o professor quer “que não se perca” a verdadeira revolução que esta pandemia está a trazer às escolas. “Isto pode ser o primeiro passo para uma mudança de pensamento”, nota o docente que tem visto no grupo de apoio no Facebook “muitos professores a investir tempo, muita gente a querer aprender” a usar ferramentas de ensino digital.

Com um mestrado em e-learning, José Marques avisa, no entanto, que boa vontade não chega. “Muitos professores estão a mandar muitas fichas. O e-learning não é fazer fichas. Fazer fichas não é estimulante. Tem de ser um trabalho diferente e falta formação aos professores”. 

Também falta tecnologia às escolas públicas, mas José Marques está a tentar dar a volta a isso, com a candidatura de um aluno ao orçamento participativo jovem para comprar tabletes para todos, num esforço que pretende também reduzir o peso das mochilas que todos carregam para a escola. E confessa estar “à procura de parceiros”  em empresas para tornar realidade estas ideias.

Esta semana, tem acompanhado os alunos à distância. “Eles têm tarefas para fazer, respondem a formulário e têm uma correção automática com explicação para erro. Outros exercícios corrijo eu porque são de desenvolvimento”. Num dos trabalhos, teve  70% de alunos a responder. Num meio que caracteriza como “de classe média”, diz que terá cinco casos sem internet em 60 alunos.

Na semana que agora começa o desafio vai ser dar formação à distância aos colegas para garantir que as reuniões de avaliação do segundo período, que estão quase a começar, se fazem por videoconferência. “Vamos usar o Microsoft Teams e podemos fazer as reuniões com um telemóvel, um computador ou tablete. É preciso é que tenha microfone”, afirma.

Ler a notícia na íntegra aqui.


Conseguiram chegar aqui? Como está a decorrer na vossa escola? Com cada um de vós? Fica o meu pedido para partilharem a vossa experiência.

EU Code Week – Leading Teacher

Dear Jose Carlos,

Congratulations!
You have been selected to be an EU Code Week Leading Teacher for Portugal.
It is our pleasure to welcome you in this community of active educators, where we hope you will be able to help us engage more teachers and students in the EU Code Week campaign, one of the most successful grassroots initiatives in Europe which last year engaged 2.7 million people in Europe only.
Being part of this community will help you expand your knowledge, exchange with like-minded educators from across Europe and gain visibility at regional, national and international level. Furthermore, you will be the first to access professional development opportunities (online events, face-to-face workshops, etc.) and other events that will be organised as part of the Code Week, and which will contribute to the improvement of your teaching practice.

PAFC – Projeto de FLexibilidade (II)

Decorreu esta semana (12 a 14 de novembro) no Instituto dos Pupilos do Exército a primeira semana do Projeto de Autonomia e Flexibilidade. Sendo um dos elementos convidados da equipa, para este ano, e em colaboração com as professoras Alexandra Gonçalves, Isabel Couto e Paula Monteiro, ficámos responsáveis pela implementação dos normativos sobre a temática.
Os desafios foram vários, mas foi impressionante a forma como todos os professores do segundo e terceiro ciclo, pais e encarregados de educação e a Companhia de Alunos do Instituto se mobilizaram para que esta semana fosse um sucesso.
É lema desta escola “Querer é Poder” e todos nós quisemos que esta semana fosse um ponto de mudança e de partida para novos e grandes desafios.
Tal como divulgámos, o tema aglutinador é: “Lisboa está na moda!”. Tivemos portanto uma comunidade educativa em ação, a colaborar, cheia de criatividade e iniciativas! (Clique no vídeo e conheça numa apresentação genérica o projeto).

(Vídeo de apresentação)

Partilho convosco um pouco dos desafios colocados à Matemática do 2º ciclo. Pirâmides Alimentares foram a base do jogo que os vários grupos de alunos tiveram de planificar e criar. Com a ajuda do Minecraft, as perguntas e respostas, o criar labirintos e programar foram a base para trabalhos que superaram as expectativas. Mas tivemos mais, engenheiros criadores de modelos da calçada portuguesa.

A Realidade Virtual foi outro dos motes. Com a aquisição de uma máquina de 360º os alunos visitaram vários espaços e criaram percursos virtuais que futuramente serão trabalhados e publicados como forma de visitar e conhecer Lisboa. Com os óculos de realidade virtual tudo ficou muito mais interessante e desde já agradecemos à Microsoft a cedência dos mesmos. Mas ainda não ficámos por aqui.

Os doces tradicionais também estiveram na ementa. Com um Skype in the Classroom falámos com a especialista, Rosângela Xavier, da Tempus Gulosos, para dar umas dicas para algo que não poderei divulgar, mas que estará para breve.

Muitas ideias, muitas interações e algumas questões: “onde começou a matemática?” ou “onde acabam as ciências?” foi difícil de dizer mas isto é mesmo assim o conhecimento é transversal e anda por aí.

Mais novidades em breve!

Projetos de flexibilidade – Matemática com Arte (I)

Apesar deste ano ser o ponto de partida para muitas escolas no projeto de Autonomia e Flexibilidade Curricular no último ano no Instituto dos Pupilos do Exército já se realizaram vários projetos que envolviam a autonomia, a capacidade de resolver situações e a pesquisa. Deitando por terra a ideia de que as aulas estão fechadas dentro de um espaço, estes projetos bebem da visão de que o conhecimento é transversal e não tem limites. Esta filosofia de trabalho foi aquela que sempre defendi pois na vida é exatamente isso que nos desafia constantemente. 

Matemática com Arte

A arte e a matemática estão de mãos dadas. Os azulejos foram o ponto de partida para as construções. Reflexão central,  reflexão axial e  rotações.
A arte, a criatividade e o gosto de criar, foram o mote de partida para abordar o tema que é tão complexo que foi trabalho em parceria com a professora Carla Costa de Educação Visual.

No âmbito do tema “Geometria e Medida – Isometrias no plano”, os alunos do 6º ano de escolaridade começaram por estudar os diferentes tipos de isometrias. De seguida saímos da sala de aula e fomos observar, analisar e compreender as isometrias nos azulejos existentes no espaço escolar. Numa folha de papel começaram a desenhar e com o método do decalque criaram as rotações e reflexões. Posteriormente passámos ao digital e no computador, com maior precisão deram largas à imaginação com recurso ao AtrMini (Atractor). 

Rotação – Produção geométrica Manual
Rotação – Produção geométrica com recurso ao AtrMini 

Designer de caixas

Um designer tem de compreender como são construídas as caixas e a matemática dá uma ajuda. Foi uma aula com muitas caixas de produtos do dia-a-dia e foi dia de as decompor. Áreas, perímetros e figuras geométricas foram os conceitos trabalhados.

Os alunos foram colocados no papel de Designers. Como construir uma caixa? Passos a seguir? Este foi o ponto de partida. No âmbito do tema “Geometria e Medida – Perímetros e Áreas de figuras geométricas”, os alunos do 5º ano de escolaridade começaram por estudar caixas de diferentes produtos do dia-a-dia. Desmontaram, mediram, calcularam e perceberam como são feitas as diferentes caixas. De seguida foram para o computador e em grupo planificaram as caixas. Foram impressas em papel e construídas. Houve erros e melhorias a fazer, mas essa é a razão principal, fazer, testar e melhorar.

Brevemente outros projetos!

Poderemos dar sabor à Matemática?

Ensinar matemática é um grande desafio para qualquer profissional. Incutir o gosto por esta disciplina resulta num trabalho e numa luta constantes por forma a que os desafios que a matemática apresenta sejam ultrapassados. Mas como é que nós, professores, lidamos com tal situação? Como ajudar a desenvolver o gosto pela matemática? Como terminar com a ideia da Matemática ser um bicho de sete cabeças?

Os desafios são evidentes mas são isso mesmo, desafios que diariamente tentamos ultrapassar. Nesse sentido é intenção desenvolver e implementar estratégias de trabalho que, em primeiro lugar, envolvam os alunos em todo o processo, que tenham a liberdade de desenvolver as suas capacidades de acordo com os desafios lançados e desenvolvam a sua capacidade de pensar e resolver problemas. Mas como poderemos fazer?

Partilho aqui algumas experiências de trabalho implementadas nas aulas de Matemática aos alunos do 5º e 6º ano do Instituto dos Pupilos do Exército.

Para começar nada como falar do projeto “Matemática Al Dente”. Foi o primeiro grande desafio do segundo período. Os objetivos, variavam entre construir a torre mais alta que suportasse um Marshmallow no topo, para os quintos anos e a ponte mais comprida que suportasse o marshmallow no centro, para os sextos. Divididos em grupos, os alunos começaram por projetar as ideias no papel e, com o material disponível, começaram a desenvolver os projetos apresentados. Os resultados surpreenderam em especial algumas das pontes apresentadas. A criatividade foi essencial nestes projetos, tal como o trabalho em equipa. Mas que capacidades matemáticas estão inseridas aqui? Na realidade muitas, desde a compreensão de que as bases das torres teriam de ser pirâmides triangulares ou quadrangulares, até à importância dos triângulos na construção dos projetos das pontes. Continue reading “Poderemos dar sabor à Matemática?”

Dia Mundial da Água – Reflexões

Dia Mundial da Água | 22 de março 2018 (1)

Comemorou-se, hoje, no IPE, o Dia Mundial da Água. Com o lema “H2O é Poder”, realizou-se uma atividade transdisciplinar com a água como tema, que decorreu em dois momentos distintos: um plenário com “Skype in the classroom” e um “Peddyphone” usando a aplicação Forms e QRcode.

O público alvo foram os alunos dos quintos e oitavos anos e o objetivo principal foi sensibilizá-los para a importância da água como recurso natural limitado. Pretendeu-se, assim, consciencializar os alunos para a problemática da escassez da água em Portugal e no Mundo e para a necessidade de poupança dos recursos hídricos. A água é uma matéria prima essencial à nossa sobrevivência e à qualidade de vida, que deve portanto ser usada de forma sustentável. Esta é a única maneira de garantir que as gerações atuais e futuras dela possam beneficiar. Durante o plenário, foram exploradas notícias da comunicação social sobre a escassez de água na Cidade do Cabo e sobre o trágico número de incêndios verificados em Portugal no ano de 2017. Os alunos tiveram oportunidade de, através do skype, conversar em inglês, com uma professora que vive na Cidade do Cabo, na África do Sul, a quem colocaram questões relacionadas com o problema da água e da sua escassez. Continue reading “Dia Mundial da Água – Reflexões”

Reflexões …

Precisamos planejar e refletir sobre nossas decisões, mas tentar encontrar um caminho sem obstáculos, é o mesmo que decidir não ir a lugar nenhum. (1)

No âmbito da disciplina de Metodologias I do mestrado em educação e tecnologias digitais, foi-nos dada a possibilidade de dar os primeiros passos no mundo da investigação nas Ciências Sociais e Humanas. Antes de começar a disciplina sentia ter dúvidas sobre que tipos de linha de investigação se poderiam seguir ou quais as etapas de cada uma das linhas de investigação.

Apesar de esclarecido nessas questões, dada a vasta bibliografia fornecida pelo professor, passando pelas vídeo-aulas, foi possível perceber que uma investigação necessita e resulta no cumprimento de várias etapas, de acordo com a linha de investigação que se pretende seguir.

O paradigma mais positivista (investigação quantitativa) partimos de um principio teórico onde formulamos o problema e as hipóteses para a resolução desse problema. Posteriormente e como passo seguinte passa para a definição e operacionalização de variáveis. Depois do desenho da investigação, passa-se à implementação do estudo onde se procede à recolha de dados que confirmam ou refutam uma determinada teoria. Nos estudos mais qualitativos o processo é inverso, é indutivo. O investigador, perante um problema, faz a recolha de dados, levantando questões, estabelecendo relações e procurando padrões chegando à construção de uma teoria. Num dos livros que me tem acompanhado ao longo da minha vida de estudante Manuel João Vaz Freixo faz uma analogia a esta metodologia como sendo um puzzle. Para melhor entendimento das abordagens existentes na investigação, para além do livro referido anteriormente terei de ter em conta as publicações de Coutinho (2011), Cresswell (2007).

Outro dos aspetos relevantes foi a abordagem à temática da Ética e Deontologia e dos limites associados a uma investigação. Começando por definir cada um dos termos o professor levou-nos a refletir sobre casos onde os limites da ciência foram ultrapassados, elucidou-nos sobre o Código de Nuremberg – 1947 e informou-nos sobre a Carta Ética para a Investigação em Educação e Formação do Instituto de Educação da Universidade de Lisboa. Esta carta é a base para que possamos compreender os princípios que deverão estar por detrás das investigações ligadas a esta universidade. Para além do mais o professor esclareceu que caso a investigação seja realizada numa escola, com professores, auxiliares, alunos, pais e encarregados de educação, é obrigatório seguir o disposto no Despacho N.º15847/2007, publicado no DR 2ª série n.º 140 de 23 de julho. Através do endereço http://mime.gepe.min-edu.pt permite-nos ter acesso ao sistema de Monitorização de Inquéritos em Meio Escolar (MIME).

Num dos trabalhos propostos para esta disciplina, tomei conhecimento dos Ambiente Pessoal de Aprendizagem (APA) como forma de partilhar os progressos da minha aprendizagem. A partilha de leituras e informações pode facilitar o trabalho dos investigadores, ligando-se como se de uma rede de conhecimento se tratasse. Da análise que fiz de alguns APA verifiquei conteúdos e focos que foram partilhados por outros colegas e que partilhei no meu próprio APA dada a qualidade e/ou interesse na temática.

O meu APA foi concebido de acordo com os módulos em estudo e acrescentei algumas informações consideradas pertinentes. Dentro de cada publicação de cada módulo tentei seguir uma estrutura semelhante, focando as informações dadas pelo professor e informações e bibliografia cedida e sugestões de leitura. Acrescentei ainda apresentações em Prezi, tentando desmontar, por via de um mapa conceptual, a relação entre alguns conteúdos.

Outra dos aspetos importantes desta disciplina foi a utilização do Mendeley. uma aplicação de ambiente de trabalho e web que permite fazer uma gestão dos artigos PDF de documentos. Permite integrar os ficheiros numa área pessoal, criar grupos de partilha.

A aplicação tem características bem particulares. Ao encontrar um texto na internet, ao ser integrado no Mendeley ele questiona se queremos procurar a referida referência bibliográfica e, tal como um passo de magia, ela acontece, automaticamente a referência bibliográfica fica disponível. Para além do mais, a integração da aplicação no Word, pelo add-in, facilita a citação de fontes e de referências bibliográficas. Sem dúvida que se tornou numa aplicação útil para o meu trabalho.

Concluo esta minha reflexão, dizendo que mais uma vez fiquei muito feliz por ter tido a oportunidade de trabalhar com o meu grupo de trabalho na análise do caso de um computador na escola. Discutimos muito e tentamos encontrar os nossos pontos de convergência. O trabalho de investigador também é isso, discutir, refletir e chegar a consensos apesar de saber que na nossa investigação de mestrado será um trabalho mais “solitário”. Colocar-nos esse desafio foi um primeiro passo paras compreendermos a aplicação do referencial teórico que nos foi apresentado.

Mas… e porque se trata de uma reflexão esta disciplina permitiu dar os primeiros passos no mundo da investigação, deu-me as luzes de orientação, mas sei que o caminho ainda é longo. Tive pena de não poder assistir, como aprendiz, à grande maioria das aulas, mas tendo em conta a hora a que decorriam estava eu no papel de professor com os meus aprendizes. Este facto foi colmatado visto que o professor disponibilizou as aulas em vídeo e que sempre esteve disponível para nos esclarecer as dúvidas.

 

(1) http://www.frasesepoemas.com.br/5026

Sugestões de leitura dos APA e Organização do Mendeley

Uma das tarefas incumbidas é a análise dos APA dos restantes colegas. Partilho neste espaço algumas formulações / publicações que me despertaram interesse.

  • Natureza e características da investigação científica – APA Ana (ver publicação)
  • Uso de programas de computador em análise de dados qualitativos – APA Fabrício (ver publicação)
  • Métodos, instrumentos e técnicas de recolha de dados – APA Daniel (ver publicação)
  • Mapa conceptual sobre Metodologias de Investigação (resumo) – APA Christiane (ver publicação)
  • Instrumento de regulação ético-deontológica – carta ética – APA Ricardo (ver publicação)
  • Mapa conceptual sobre conhecimento científico – APA Vítor (ver publicação)
  • Problema, hipóteses e variáveis – APA Fabrício (ver publicação)

Relativamente ao Mendeley foram introduzidos os textos cedidos pelo professor e outros que resultaram das pesquisas pessoais e dos trabalhos de grupo já realizados.

Integração de artigos do Módulo 2 no Mendeley.

 

Continue reading “Sugestões de leitura dos APA e Organização do Mendeley”